sexta-feira, 19 de junho de 2009

Isenção da taxa de inscrição no Enem 2009

Olá.

Recebi um e-mail de uma leitora do blog com uma dúvida sobre a isenção da taxa de inscrição no Enem. Resolvi postar sobre isso para esclarecer a dúvida de outras pessoas também.

Até 2008 podíamos fazer a inscrição nos Correios e lá assinar um termo declarando carência para assim obter a isenção da taxa. Agora em 2009 as inscrições são feitas apenas pela internet e você pode solicitar sua isenção durante a inscrição no sistema. Depois de finalizar a inscrição, você pode clicar no link Acompanhe sua inscrição e constará a seguinte informação: "Status do pagamento da taxa de inscrição: declarou carência."

Eu entrei no site do Enem, na página de Perguntas Frequentes e vi no item 6 (Como serão as inscrições para o Enem 2009?) as informações sobre a isenção. Abaixo o link do site:

Se você vai concluir o Ensino Médio em 2009 e estuda em escola pública tem o direito garantido à isenção e não precisará pagar a inscrição que custa R$ 35,00. Se este não for o seu caso, o Ministério da Educação vai avaliar se você deve ou não ficar isento de acordo com o Decreto nº 6.135, de 26 de junho de 2007, conforme consta no site do Enem. Eu não sei de que forma eles irão avaliar isso, não há essa informação no site, porém o resultado dos pedidos de isenção estarão disponíveis no mesmo site da inscrição a partir do dia 10 de julho.

A partir do dia 10 de julho você deve entrar novamente no site em que fez a inscrição e verificar se foi autorizado ou não a ficar isento do pagamento da taxa. Se constar que a sua solicitação foi DEFERIDA, isso quer dizer que você efetivou sua inscrição sem precisar pagar. Se constar INDEFERIDA, então você precisa imprimir o boleto e fazer o pagamento até o dia 17 de julho.

Desejo boa sorte e boa prova a todos!

Se tiver mais dúvidas sobre o Enem, é só escrever para falecomcamilapinheiro@gmail.com e eu vou procurar me informar e esclarecer as dúvidas.

Se você está concluindo o Ensino Médio ou já concluiu, inscreva-se no Enem. Pode valer uma bolsa de estudos pelo Prouni (Programa Universidade para Todos).

Site Oficial do Enem 2009: http://www.enem.inep.gov.br/

quinta-feira, 18 de junho de 2009

TEATRO: 30.000 ingressos gratuitos em SP

Até o dia 28 de junho, 30.000 ingressos serão distribuídos gratuitamente. São diversas peças, pequenas e grandes produções.

Os ingressos devem ser retirados nos postos autorizados. Todas as informações sobre as peças e os locais de retirada dos ingressos estão no link abaixo:

http://catracalivre.folha.uol.com.br/2009/06/o-teatro-paulistano-esta-em-festa/

Aproveite!

Novo ENEM - Inscrições Abertas

O Enem mudou. Agora ele servirá como processo seletivo para ingresso nas universidades e institutos federais, substituindo o vestibular nas universidades que aderirem ao novo Enem. A prova que antes continha 63 questões e redação agora conta com 180 questões além da redação e tem o objetivo de avaliar a nossa capacidade de solucionar problemas aplicando os conhecimentos adquiridos no Ensino Médio.

A prova vai ser realizada em 2 etapas, em dias diferentes.

As inscrições estão abertas até 17 de julho e você só pode se inscrever pelo site do Ministério da Educação. Clique no link abaixo para fazer sua inscrição:

A inscrição custa R$ 35,00 mas se você não tiver condições de pagar este valor pode declarar sua carência durante o preenchimento da inscrição no sistema.

O Enem continua valendo como critério de avaliação para a distribuição de bolsas de estudo do Prouni.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Virada Cultural em SP


Esse próximo fim de semana tem Virada Cultural na cidade de São Paulo. São vários eventos culturais totalmente gratuitos durante os dias 2 e 3 de maio. Os eventos acontecem por toda a cidade, inclusive nas periferias.

Tem música para todo gosto: samba, mpb, rock e muito mais. Apenas os shows de rap não acontecem mais no centro desde 2007 quando houve a briga durante o show do Racionais. Em 2008, os shows de rap foram no Parque Dom Pedro, cercado por policiais e agora em 2009 eles se concentram nos CEUs.

Toda a programação da Virada Cultural está disponível no site:

Uso Consciente dos Recursos Naturais e Reciclagem

Eu ainda não tenho 30 anos e lembro bem que, quando criança, minha mãe ia ao mercado e à feira com uma sacola resistente onde ela carregava as compras, não necessitando de sacolas plásticas cedidas pelo mercado. Hoje em dia compra-se uma caneta e lá vem uma sacola plástica junto. O costume antigo de usar as sacolas de pano precisa voltar e já tem sido incentivado pelos supermercados e lojas.

Ao comprar um produto que cabe dentro da bolsa, recuse a sacola plástica que demora anos e anos para se decompor prejudicando o meio ambiente. E quando sair de casa para comprar vários produtos leve sua sacola de pano.

Separe o lixo reciclável. Não é uma tarefa difícil e você pode ir juntando esse material sem causar mau cheiro e sem correr o risco de atrair insetos e doenças, é um lixo "limpo". Procure saber onde esse tipo de material é recolhido, caso não haja coleta seletiva próximo à sua casa. Além do benefício ao meio ambiente, você estará colaborando com pessoas que trabalham e tiram seu sustento do lixo.

Não deixe a torneira ligada enquanto escova os dentes. Da mesma forma que você não joga notas e moedas de real no ralo, não desperdice a água.
Não deixe os ambientes iluminados se não houver ninguém no local. Mantenha lâmpadas acesas apenas no cômodo em que você estiver.

Não jogue lixo na rua, pela janela do ônibus ou do carro. Você não gera empregos ao jogar lixo na rua, você só contribue para o entupimento de bueiros que causam mais enchentes e destruição.

E eu não acredito que você realmente precise trocar de carro todo ano ou de celular a cada novo lançamento.

O assunto do uso consciente dos recursos naturais e da reciclagem é sério e precisamos fazer nossa parte. Pense no seu futuro e das pessoas que você quer bem. Não faça aos outros o que você não deseja para si mesmo. A cada dia o clima se torna mais "bagunçado" e inconstante e não se iluda: isso só vai piorar. Faça sua parte! Não é uma questão de ser bonzinho e legal, é questão de pensar em si mesmo e nas pessoas que amamos e queremos que vivam bem.
Fonte das charges:
http://www.escolabr.com/portal/modules/planet/
http://www2.uol.com.br/angeli/

quarta-feira, 8 de abril de 2009

O pensamento é força criadora.


Umas das músicas que não canso de ouvir no meu mp3 é "A Vida é um Desafio" do Racionais e a frase acima está nessa música. Pensando nesta frase, me lembrei de uma aula na faculdade em que discutimos sobre motivação e o quanto ela é própria, interna, individual, não dependendo do que acontece ao seu redor mas do que você pensa, sente, de como age e reage diante das situações.

Lembrei-me também do seguinte pensamento:

"(...) no fundo de nós próprios encontra-se essa força criadora que nos permite produzir aquilo que tem de ser e que não nos deixa descansar, nem repousar, enquanto não o tivermos realizado, de uma maneira ou de outra, fora de nós ou em nós."

Johann Wolfgang von Goethe, em 'Os Anos de Aprendizagem de Wilhelm Meister'

Martin Luther King Jr:



"É melhor tentar e falhar que ocupar-se em ver a vida passar.

É melhor tentar, ainda que em vão, que nada fazer.

Eu prefiro caminhar na chuva a, em dias tristes, me esconder em casa.

Prefiro ser feliz, embora louco, a viver em conformidade.

Mesmo as noites totalmente sem estrelas podem anunciar a aurora de uma grande realização.

Mesmo se eu soubesse que amanhã o mundo se partiria em pedaços, eu ainda plantaria a minha macieira.

O ódio paralisa a vida; o amor a desata.

O ódio confunde a vida; o amor a harmoniza.

O ódio escurece a vida; o amor a ilumina.

O amor é a única força capaz de transformar um inimigo num amigo..."

terça-feira, 31 de março de 2009

www.catracalivre.com.br

Vale a pena visitar...

Essa foi uma indicação do Leandro que escreveu para mim na semana passada e é uma informação que vale a pena passar adiante.

A proposta do site é apresentar eventos culturais e educativos na cidade de São Paulo, gratuitos ou a preços populares. Há também dicas de cursos, oficinas, leitura.

Confira!

domingo, 1 de fevereiro de 2009

De que adianta dizer a uma pessoa com enfisema ou câncer de pulmão que a culpa foi do cigarro?

“(...) de que adianta dizer a uma pessoa com enfisema ou câncer de pulmão que a culpa foi do cigarro? Sentir-se culpada vai ajudá-la a enfrentar as crises de dispnéia? Todas as vezes que alguém se queixou de estar infeliz por haver adquirido uma enfermidade em virtude do fumo, do sexo, da obesidade, da vida sedentária ou por ter deixado de fazer exames preventivos, procurei insistir para que afastasse tais pensamentos, dizendo que viver é assumir riscos, que esses erros são cometidos sob o manto protetor da onipotência, condição ambígua do espírito humano capaz de inspirar feitos heróicos e de desencadear as piores tragédias.”

Drauzio Varella em O médico doente (Companhia das Letras, São Paulo, 2007)

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Sites interessantes

Hoje eu vou publicar aqui alguns endereços de sites interessantes para quem quer se preparar para provas, se atualizar sobre concursos e se inscrever para o Enem e o Prouni.
Estou certa de que esses endereços já são conhecidos por muitas pessoas; eu mesma já os enviei por e-mail à muitos amigos e conhecidos, mas resolvi publicar mesmo assim para que um número maior de pessoas conheça e se beneficie das informações.

SITES DE CONCURSOS E CURSOS PREPARATÓRIOS:

www.concursosolucao.com.br (simulados de português, matemática, direito e outros assuntos com resultado na hora)

www.balcaodeconcursos.com.br (provas e gabaritos de concursos anteriores)

www.centraldeconcursos.com.br

www.metaconcursos.com.br

www.vunesp.com.br

www.vestcon.com.br

www.humanista.siteonline.com.br (cursos preparatórios com pagamento apenas de matrícula)

http://www.usp.br/drh (concursos na USP)

http://www.hcnet.usp.br/adm/drh/index.htm (concursos no Hospital das Clínicas em SP)

http://www.folhadirigida.com.br

http://jcconcursos.uol.com.br

SITES PARA ESTUDAR:

www.gramaticaonline.com.br (português - simulados com resultado na hora)

www.soleis.adv.br (site de leis)

POLÍCIA CIVIL E MILITAR:

www.policia-civ.sp.gov.br (Polícia Civil)

www.polmil.sp.gov.br (Polícia Militar)

Quero ser Policial - www.ssp.sp.gov.br/institucional/ingresso.aspx

UNIVERSIDADE GRATUITA:

www.enem.inep.gov.br

http://prouni-inscricao.mec.gov.br

As inscrições para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) são abertas sempre no mês de MAIO, a prova acontece sempre no último domingo de AGOSTO.
Em NOVEMBRO, são abertas as inscrições para o Prouni, onde você concorre à sua bolsa de estudos utilizando sua nota no Enem. Vale lembrar que você precisa ter, no mínimo, 45 pontos no Enem para concorrer à uma bolsa.
É importante se atentar às datas para não perder essa oportunidade. Se tiver dúvidas sobre o Enem e o Prouni, é só escrever e eu responderei assim que puder.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Bolsas de Estudo para Cursos Universitários

Além do Prouni, programa do governo federal que distribui bolsas de estudos integrais e parciais em todo o Brasil, há vários outros programas que disponibilizam essa oportunidade para quem quer ingressar numa universidade.

Em São Paulo, há o programa Vestibular Social (
http://www.vestibularsocial.com.br) em que algumas universidades participam. Eu acessei o site e vi alguns cursos de apenas 3 universidades. A propaganda diz que são mais de 3000 bolsas integrais, talvez outras universidades já tenham encerrado as inscrições. A prova é amanhã mas ainda há tempo para se inscrever.

A Universidade Cruzeiro do Sul, mais conhecida como Unicsul, tem seu próprio programa de distribuição de bolsas de estudo em que o candidato tem direito à bolsa integral em qualquer curso acertando, no mínimo, 75% do vestibular e bonificações parciais conforme a pontuação na prova. Além disso, a Unicsul tem 6 cursos de graduação que são totalmente gratuitos: Ciências Sociais, Economia, Geografia, História, Música e Serviço Social. A única obrigatoriedade de pagamento no caso dessas bolsas integrais é a matrícula integral no 1º semestre, conforme o regulamento disponível no site http://www.unicsul.br. Vale a pena conferir o regulamento, conhecer o programa completo e, é claro, se inscrever no vestibular.
Há universidades que fazem parceria com o Movimento Sem Terra e disponibilizam bolsas de estudo e acredito que outras universidades tenham seus próprios programas, assim como a Unicsul. Acesse os sites das universidades que você conhece e pesquise.

Livro EU NÃO EXISTO SEM VOCÊ


Livro: Eu não existo sem você – a odisséia de uma mulher para salvar milhões de crianças africanas órfãs da Aids
Autor: Melissa Fay Greene
Editora Martins Fontes
São Paulo, 2008

“Eu não existo sem você” foi escrito pela jornalista americana Melissa Fay Greene e conta a história da etíope Haregewoin Teferra, uma senhora viúva que se dedicou a cuidar das crianças órfãs da Aids em seu país.

É um dos melhores livros que já li, pois não traz relatos óbvios de como vivem as crianças que perderam seus pais por causa da Aids, estão em situação de extrema pobreza e, muitas vezes, também doentes. É desnecessário descrever em muitas palavras o que se pode perceber apenas vendo a imagem de uma dessas crianças.

A autora nos faz conhecer um pouco da história política e econômica da Etiópia, as teses sobre a origem da Aids e a epidemia na África, a causa de tantas mortes devido à falta de tratamento médico já que os remédios patenteados por grandes indústrias farmacêuticas tornaram-se muito caros aos países pobres, o investimento em prevenção e o não-tratamento das pessoas já infectadas.

É claro que há também a história pessoal das crianças cuidadas por Haregewoin, algumas delas que foram adotadas por estrangeiros, a relação entre pais e filhos, sejam eles naturais ou adotivos, bem como a história de outras pessoas que se dedicam a cuidar dos órfãos e dos doentes em países africanos.

Apesar de todo o conhecimento agregado neste livro, o mais fascinante nele ainda é a história de Haregewoin, seus acertos e erros e a forma como um amigo a enxergou e Melissa a descreve: “uma pessoa comum, debatendo-se em tempos difíceis, com um pouco mais de bondade que a maioria para oferecer às pessoas que sofriam ao seu redor e com algum instinto de preservação”. Não conhecemos a história de uma santa, ninguém é santo, mas como diz a autora: “não é preciso ser santo para resgatar outras pessoas do sofrimento e da morte. Mesmo que seja uma pessoa comum, apenas decente, nada extraordinária, você ainda pode mudar a vida dos outros”.

Eu acredito que pessoas que se preocupam com o desenvolvimento humano, preocupam-se com a vida de outras pessoas, na verdade, preocupam-se com o próprio futuro e de seus filhos. Leia o livro, você vai entender o motivo do título e as motivações dessa africana que mudou a história de muitas crianças em seu país, mesmo não sendo santa.

Cursos gratuitos FGV

A Fundação Getulio Vargas é a primeira instituição brasileira a ser membro do OCWC (Open Course Ware Consortium), o consórcio de instituições de ensino de diversos países que oferecem conteúdos e materiais didáticos de graça pela internet. O FGV Online disponibiliza quatro cursos: Recursos Humanos, Ética, Diversidade nas Organizações e Ciência e Tecnologia. A carga horária de cada programa é de 15 horas. Para ter acesso aos cursos, clique no link abaixo:
Aproveite a oportunidade! Faça o curso, adquira conhecimento e valorize seu currículo.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Inveja x Empatia

O texto anterior, Inveja, extraído do livro “Por um Fio” traduziu com exatidão o que eu sempre senti a respeito desse assunto. Eu sempre acreditei poder ser feliz apenas com o que tenho. Sempre acreditei que carrego comigo tanto o que pode me fazer uma pessoa realizada e feliz quanto a dor que eu posso suportar.

O que me faz feliz pode não ser suficiente para o meu vizinho do lado bem como pode ser que ele não suportasse as dores que pelas quais já passei e venci. Também pode ser que o que faz você feliz não seja suficiente para mim ou talvez eu não suporte a sua dor.

No texto sobre a inveja, o Dr. Drauzio Varella contou uma experiência pessoal que muito me ensinou e por isso eu quis compartilhar.

Eu penso demais na vida. Às vezes, isso é ruim, pois eu me preocupo muito com tudo ao meu redor. Às vezes, é muito bom, porque eu estou sempre refletindo e isso me faz crescer.

Pensando em inveja, em desejar o que pertence a outra pessoa, eu vasculhei meus arquivos (os do meu cérebro rsrs) e me lembrei de outra palavra: empatia. Eu ouvi muito essa palavra nas aulas do Professor Eduardo Rocha, na faculdade. Empatia é você se colocar no lugar do outro, não desejando ser quem ele é ou ter o que lhe pertence, mas tentando entender e sentir o que o outro sente em determinada situação. Essas aulas com o Professor Rocha também me ensinaram muito.

É muito comum nós olharmos para quem está do lado e desejar o que ele tem, talvez ser quem ele é, ou julgá-lo por uma única atitude, por uma palavra. Pode ser que numa situação dessas percamos a oportunidade de conhecer alguém incrível, alguém que pode nos ensinar muito ou que precisa da nossa ajuda.

Continue olhando para os lados, para as pessoas, mas coloque-se no lugar delas, pensando no que precisam, no que estão sentindo, no que você pode fazer por elas.
Levando-se em consideração as nossas diferenças, essa não é uma tarefa fácil, mas é recompensadora. Não é uma tarefa tão difícil quanto parece, muito menos impossível de se realizar. No caminho, você encontra pessoas que também pensam como você e elas te fortalecem. Você também encontra outras pessoas que te surpreendem e te fazem acreditar que a vida vale a pena apesar de todas as adversidades e que a humanidade não está de todo perdida.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Inveja

“Do canto em que me encontrava, pude admirá-la com discrição. De vestido claro, cabelo curto e olhos verdes que coloriam o rosto sem maquiagem, ela tomava uma xícara de chá no intervalo anterior ao segundo ato d'o baile de máscaras, no primeiro andar da Ópera de Estocolmo, um salão com paredes, teto e ornamentações reluzentes de ouro.

Subitamente, o ar pensativo se transfigurou num sorriso que iluminou a sala. Fiquei de tal forma encantado por ela, que só percebi a quem a expressão de alegria se destinava quando um rapaz loiro chegou perto o suficiente para beijá-la. De terno cinza-escuro, camisa branca de gola rulê, corpo esguio e traços herdados dos ancestrais vikings, ele estava à altura da beleza da moça; pareciam um casal de artistas de cinema.

Depois do beijo, conversaram animadamente durante todo o intervalo. Fiquei curioso a respeito deles. Quanta diferença haveria entre nascer num lugar sem gente pobre como Estocolmo e num bairro operário de São Paulo? Se eu tivesse recebido a mesma educação e fosse tão bonito quanto aquele rapaz, minha vida teria sido mais fácil? Mais feliz?

Sozinho, no burburinho polido das pessoas bem-vestidas do salão de ouro, senti uma inveja como as da infância, difícil de entender. Queria ter tido as mesmas oportunidades e ser bonito como ele, mas sem deixar de ser quem sou, encarnar meu espírito em seu corpo por um tempo, viver travestido na sua pele, naquele país culto, organizado, sem miséria por perto, atraindo olhares admirados das mulheres.

Terminada a ópera, voltei debaixo de uma garoa fina para o pequeno apartamento de hóspedes que o Instituto Karolinska me cedera, durante o estágio hospitalar a convite dos velhos amigos Ulrich Ringborg e Sam Rotstein. Cheguei com as meias ensopadas e com tanto frio que corri para tomar banho, projeto imediatamente frustrado pelo mau humor do chuveiro, que se recusou a deixar cair sequer um pingo de água quente. Agasalhei-me o quanto pude e sentei junto ao aparelho de calefação, com saudades de estar em casa ao lado de minha mulher.

Naquele estágio passei por várias clínicas, nas quais acompanhava consultas ambulatoriais e visitas à enfermaria. Um dos serviços visitados atendia pacientes portadores de linfoma, tipo de câncer que geralmente se manifesta sob a forma de gânglios aumentados no pescoço, axilas, virilhas, e nas regiões internas em que essas estruturas estão concentradas. O chefe do grupo se chamava Bo Johanson, tinha pouco mais de cinqüenta anos e era tão míope que sem óculos não conseguia enxergar a caneta em cima da mesa. Bo se distinguia não apenas pelo conhecimento da especialidade, mas pelo hábito de fumar dois maços de cigarros por dia, raridade entre médicos na Escandinávia.

Sua notória dependência de nicotina era folclórica entre os colegas; contavam que uma vez, depois de ter permanecido por quatro horas na sala de cirurgia, deu uma tragada tão profunda que consumiu dois terços do cigarro. Noutra ocasião, em noite de insônia, já tendo percorrido a cidade a pé atrás de um bar aberto, tocou a campainha na casa de um amigo fumante às duas da madrugada, liberdade intolerável entre suecos. A esposa atendeu, à janela:

- O que o senhor deseja a esta hora?

- Dois ou três cigarros para um paciente meu que está passando muito mal.

Nossa rotina no ambulatório era rever o prontuário do doente, antes de chamá-lo. Religiosamente, a cada três atendimentos ele interrompia solene: “Time for a cigarette” e saíamos para o jardim, numa temperatura abaixo de zero. Eu ainda tomava o cuidado de vestir o capote, ele não. Discutíamos os casos vistos, enquanto a brasa do cigarro não encostava no filtro, ou até meu queixo começar a bater e os lábios congelados a embaralhar as palavras. Nessa hora, ele fazia alguma referência jocosa ao baixo limiar de regulação térmica dos habitantes dos trópicos, e dava a última tragada, com gosto. Apesar do rosto afogueado pelo vento e das mãos roxas, era impressionante como conseguia resistir, fleumático, só com o avental por cima da camisa.

Numa das manhãs, atendemos a um dos primeiros refugiados políticos do Chile a chegar a Estocolmo. Fiquei comovido com a situação do rapaz, com quem tive oportunidade de conversar por alguns minutos, enquanto Bo saiu da sala para cuidar de um doente internado. Era um engenheiro de trinta e dois anos que perdera a esposa e o irmão mais velho, aprisionados no estádio de futebol de Santiago, nos primeiros dias da ditadura Pinochet. Desesperado ao saber das mortes, empreendeu com documentos falsos uma longa fuga para Mendoza, na Argentina, onde se asilou na representação da Suécia. Dois meses depois de desembarcar em Estocolmo, mal havia conseguido emprego na construção civil, notou a presença de um tumor de crescimento rápido na axila direita. Como a previdência social daquele país garante igualdade de direitos aos asilados políticos, estava sendo acompanhado no Instituto Karolinska com as regalias de qualquer cidadão sueco.

Em relação aos cuidados recebidos não tinha queixas: pelo contrário, reconhecia que não teria acesso a tantos recursos e competência profissional em Santiago. Seus problemas eram de ordem emocional:

- Estou doente, sozinho, neste frio de Estocolmo, sem poder voltar para o meu país. De minha família sobraram meus pais, já velhos, a quem poupei de mais este desgosto, e alguns primos e tios com quem perdi contato há anos. Escapei da morte certa no Chile, mas já nem sei se foi sorte. Será que não é mais triste morrer solitário, numa enfermaria de um país estranho?

Dei a ele meu telefone no hospital e me pus à disposição para o que julgasse necessário. Insisti que não deixasse de me chamar em caso de dúvida ou mesmo para conversarmos num fim de tarde. Quando virou as costas, senti a inutilidade do oferecimento: em poucos dias eu não estaria mais lá! Graças a Deus tinha para onde voltar, pensei sem querer, e esse pensamento me trouxe alívio.

Mais dois ou três cigarros fumados por Bo em minha companhia congelada, e folheamos um prontuário grosso como uma lista telefônica. Era um caso de linfoma de evolução lenta, controlado por ele fazia oito anos com tratamentos conservadores que induziam remissão completa dos sintomas e dos gânglios aumentados, sem muitos efeitos colaterais, mas não curavam a enfermidade. As duas primeiras remissões duraram dois anos, mas as subseqüentes foram gradativamente mais curtas; a última delas fora mantida por apenas dois meses. Desconfiado de que a doença dessa vez tinha se transformado numa variedade mais grave, Bo tomara a precaução de pedir biópsia de um dos gânglios cervicais. O resultado anexo ao prontuário confirmava as piores suspeitas: o linfoma sofrera transformação num tipo de alta agressividade.

Bo perguntou minha opinião sobre o caso. Argumentei que o único tratamento com alguma chance de levar à cura seria um transplante de medula óssea, procedimento novo na época, porém só exeqüível se o paciente tivesse um irmão ou uma irmã para servir de doador; sugestão de nenhuma valia, porque o rapaz era filho único. A alternativa seria tentar novos esquemas de drogas que pelo menos pudessem controlar a doença por algum tempo.

Quando a enfermeira abriu a porta, custei a acreditar: o doente era o rapaz bonito da ópera! Como naquela noite, usava camisa de gola alta para encobrir os gânglios saltados e a cicatriz da biópsia.”

Texto extraído na íntegra do livro Por um Fio do médico Dráuzio Varella (páginas 158 a 162)

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Livro ROTA 66 - A História da Polícia que Mata


Livro: Rota 66 - A História da Polícia que Mata
Autor: Caco Barcellos
Editora Record
Rio de Janeiro - São Paulo, 2003


“Se a pena de morte fosse boa a Rota já tinha transformado
São Paulo em um paraíso.”
(Octávio Ribeiro, o Pena Branca, em abril de 1981)


Caco Barcellos é um renomado jornalista, apresentado no livro por Narciso Kalili como “um jornalista que tem lado – o lado dos mais fracos, das vítimas”. Rota 66 é resultado de um trabalho investigativo de um período de 22 anos da ação de policiais militares matadores de uma maioria de inocentes em São Paulo.

Como repórter, Caco noticiou muitas mortes e torturas desses matadores e, com coragem, enfrentou a fúria da PM que não queria sua imagem denegrida. Para Caco, era simples: para não haver mais notícias bastava que os policiais não cometessem mais atos de tortura e morte. Infelizmente, a realidade a ser noticiada é a de que alguns, e é bom que seja lembrado que não todos, mas, alguns integrantes da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar, parte da tropa da Polícia Militar) já mataram muitos inocentes apenas pela desconfiança, muitas vezes antes mesmo de saber o nome da vítima.

Criminoso sempre parece criminoso? De longe se reconhece um criminoso? Alguns desses PMs parecem pensar dessa forma pois muitos mortos eram desconhecidos, não portavam documentos. Alguns cidadãos não atenderam o chamado da polícia porque eram surdos-mudos, outros foram mortos e depois acusados de reagirem, mas as armas forjadas como se fossem deles nem funcionavam. Os suspeitos que trocavam tiros com a PM sempre foram mortos, enquanto estes nem mesmo feridos. Na periferia, as pessoas definem o método de trabalho desses PMs com a seguinte frase: “Atiram primeiro. Perguntam depois”.

Em 5 anos, a Rota matou mais pessoas que a ditadura militar e gastou muitas vezes mais o valor dos produtos roubados na perseguição e morte dos suspeitos.

Diante desses dados, você deve se perguntar: há uma investigação sobre essas mortes? Esses matadores foram punidos? Normalmente, os responsáveis pelos Inquéritos eram os próprios colegas também matadores o que garantia a impunidade dos assassinos. Em alguns casos, havia testemunhas forjadas. Ao presenciar a morte covarde de um vizinho por um PM e ser convocado a testemunhar a favor dos assassinos, qual o poder de escolha?

Corpos retirados do local do homicídio sem perícia; tiros na cabeça, no peito, nas costas, à queima-roupa; prestação de socorro, ou melhor, entrega de cadáveres nos hospitais: alguma intenção de preservar essas vidas?

No balanço geral da investigação, temos um dado importante: a polícia que, supostamente, eliminava marginais perigosos na verdade matou uma maioria de trabalhadores sem nenhuma passagem pela polícia. Menos de 40% dos mortos investigados haviam tido algum envolvimento com o crime e menos de 1% eram assaltantes que matavam ou estupradores.

Esse livro é revoltante desde o título, afinal a sociedade espera que a polícia a proteja e não a mate. Um dia desses, um domingo de sol, a família em casa, o telefone tocou e fomos convidados para almoçar na casa de uma das tias, convite irrecusável. Nos arrumamos e saímos muito felizes no carro do meu irmão, financiado em anos de prestação. Para quem mora na periferia e passa por dificuldades financeiras, a conquista de um bem como um carro (popular mesmo) é muito mais festejada. A família se orgulha, os amigos se alegram, a gente fica feliz até de levar a vizinha doente no médico, só pelo fato de ter o carro para levar a pessoa. Por que eu não posso andar tranqüila pelo meu bairro no meu carro? Quem disse que eu não posso ouvir Racionais no meu carro? O que há de errado nisso? Por que eu tenho que ter medo quando eu vejo um carro da polícia mesmo não “devendo nada”? O meu direito de ir e vir é assegurado pela Constituição Federal. Mas isso é só teoria, a prática é bem diferente, eu sei.

Que temos direitos, todos sabemos. Apesar disso, a maioria não tem um grande conhecimento sobre seus direitos. O fato é que, cada vez mais, nossos direitos são menos respeitados, a vida tem cada vez menos valor. Faça sua parte. Faça valer os direitos que você ainda tem e um deles é que o seu voto é livre, apesar de obrigatório e, portanto, não um direito e sim um dever. A questão do voto obrigatório é outro assunto. Para concluir o assunto de hoje, eu quero dizer que, entre os nomes dos maiores matadores citados no livro Rota 66, consta o de um cidadão que está no seu sexto mandato político como deputado estadual em São Paulo.

Acredito que eu já falei o bastante, agora é com você!

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Biblioteca digital www.dominiopublico.gov.br

Descobri hoje através de um e-mail recebido que temos à nossa disposição essa biblioteca virtual, disponibilizada pelo Ministério da Educação:
No portal há obras literárias de autores brasileiros e estrangeiros, músicas, textos e vídeos relacionados à educação e até mesmo imagens de obras de grandes artistas. As obras são de domínio público ou devidamente licenciadas.
Visite o portal. É uma excelente oportunidade de adquirir mais conhecimento.
Não há um grande interesse da mídia em divulgar esse tipo de informação mas fato é que há muitas oportunidades de quem não tem condições financeiras ter acesso à educação, cultura e conhecimento, ao menos para aqueles que moram numa cidade grande como São Paulo (tenho consciência de que essa oportunidade não chega a todos os brasileiros). A verdade é que esse tipo de informação precisa ser garimpada.
Procure frequentar bibliotecas, centros culturais, os CEUs e SESCs. Nesses lugares você sempre estará bem informado sobre o que acontece e que vale a pena participar.
Eu já li ótimos livros, assisti ótimas peças de teatro e vi muitos shows sem gastar nenhum centavo.
Ótimo fim de semana para vocês!

sábado, 9 de agosto de 2008

Respondendo ao comentário da Claudia...

Você deve fazer sua inscrição no curso preparatório para o ENEM por telefone. Em uma das postagens do dia 05/agosto, eu citei as datas, unidades do Instituto Henfil e os respectivos números de telefone.
Quanto ao simulado, a inscrição deve ser feita pela internet.
***ATENÇÃO***
Ao deixar um comentário, se possível, deixe seu endereço de e-mail para que eu possa enviar a resposta.
E obrigada por acessar e prestigiar o blog.

Livro FALCÃO - MENINOS DO TRÁFICO


Livro: Falcão - Meninos do Tráfico
Autores: MV Bill e Celso Athayde
Editora Objetiva
Rio de Janeiro, 2006

O livro Falcão – Meninos do Tráfico é o resultado de 8 anos de trabalho no documentário sobre o envolvimento de menores no tráfico de drogas, um projeto do rapper MV Bill e do produtor de Hip Hop Celso Athayde. O objetivo do livro é nos fazer refletir sobre essa realidade em todo o país.

O livro relata os bastidores do documentário, o sentimento dos autores, o que eles passaram durante as filmagens, as dificuldades, os abalos psicológicos e até mesmo as agressões físicas. Ao mesmo tempo em que eles fazem o relato das histórias dos falcões, fazem paralelos com a história de vida deles.

Particularmente, gosto muito dos textos do Celso. Ele escreve de uma forma muito sincera, como se estivesse conversando com um amigo. Nas entrevistas, ele e MV Bill instigam as pessoas. Como o próprio Celso escreveu, “para entender ou buscar respostas que não fossem as triviais como ‘roubei porque tô com fome’ e outros jargões do tipo”. Eles têm a coragem de fazer as perguntas das quais nós queremos as respostas.

Eu me identifiquei muito com um trecho em que o Bill fala da importância de ter uma equipe trabalhando no projeto e acreditando que aquela realidade poderia ter solução. Nesse mesmo parágrafo, ele cita as situações em que falava com as pessoas em escolas, posses de Hip Hop e outros lugares e afirma que isso o animava e fazia acreditar ainda mais que o mundo tem jeito. Da mesma forma, eu fortaleço minha crença ao saber que existem pessoas que não se preocupam apenas consigo mesmas.

Até o momento em que o livro foi publicado, 16 dos 17 falcões entrevistados já haviam morrido. Falcão é cheio de relatos tristes: crianças brincando de boca de fumo e presenciando mortes, mães sofrendo a morte precoce dos filhos e até um jovem declarando querer se tornar como um desses traficantes “famosos”.

Dentre tantas histórias, uma me chamou um pouco mais de atenção. Em seguida, eu cito o trecho do livro, a resposta do garoto a uma pergunta do Bill, durante uma entrevista realizada num barraco, enquanto os garotos trabalhavam na endolação de maconha e cocaína. Eis o trecho:

“Pô, cara, meu sonho? Vou te falar legal, meu sonho é sair dessa vida, né, mano, porque eu sei que não leva a nada (emocionado). Meu sonho é, se eu te falar, vai ser até como um conto de fadas... Meu sonho é ter uma moto importada, meu sonho é ter uma casa. Nem que seja uma simples mesmo, pra que eu possa trabalhar, ter uma casa pra eu botar minha família, pra minha família viver bem. Eu não quero ser rico não. Eu quero ter apenas um meio de vida melhor, só pra minha mãe chegar em casa, e aí, filho? Pô, a geladeira ta lá, mãe, tá cheia, a feira tá aí. Pô, às vezes, eu chego em casa, abro a geladeira e só tem água (voz embargada). Assim não dá. Assim não dá. Aí eu tenho que correr atrás mesmo. Tem que correr atrás de uma coisa que eu sou obrigado, porra, a fazer um bagulho que eu não quero. Não tá vendo aí nós assim? Isso aí não é vida pra ninguém não...”

Conto de fadas? Conto de fadas é acreditar em príncipe encantado montado em cavalo branco resgatando a princesa. Ter uma casa, uma moto ou um carro e a geladeira cheia deveria ser realidade para todos.

No início desse texto, eu disse que o objetivo desse livro é nos fazer refletir. Em certo momento, o Celso diz que o documentário não era para prender mais bandidos, mas para diminuir a formação de outros. Ele diz também que não basta mais armas para enfrentar o crime, afinal, nós, a população, estamos no meio do fogo cruzado.

Se a vida e a morte desses meninos não forem suficientes para nos fazer pensar sobre o assunto, é bom lembrar que a bala perdida do falcão ou do policial pode um dia nos achar.

Concluindo, eu vou citar uma frase de outro rapper, Dexter. Essa frase me incomoda: “O mundo se comove, porém ninguém se move”.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Curso gratuito do ENEM em SÃO PAULO

Olá. Ao divulgar o curso preparatório e o simulado gratuitos do ENEM esqueci de registrar uma informação importante: esses eventos acontecem apenas em SÃO PAULO, na capital e cidades próximas, onde o Instituto Henfil tem suas unidades.
Apesar de morar em São Paulo, caso eu saiba de algum curso ou evento interessante em qualquer outro local do país, estarei divulgando da mesma forma.

CURSO GRATUITO preparatório para o ENEM

Melhor ainda que o simulado é o curso gratuito de 10 horas que o Instituto Henfil disponibiliza todo ano e que eu também participei no ano passado. O curso explica sobre o tipo de prova aplicada, dá dicas para um melhor rendimento na prova e há resolução de problemas de provas anteriores. É bem puxado, das 9h às 19h, mas com 3 intervalos e a aula é bem dinâmica. Vale a pena, levando em consideração que isso pode te render uma bolsa de estudos numa universidade...

As incrições são feitas por telefone. Seguem as informações:

DATAS E LOCAIS:

***10 de AGOSTO***

Unidade PAULISTA:
Tel: 3262-4496
375 vagas

Unidade MAUÁ
Tel: 4516-2466
340 vagas

Unidade TATUAPÉ
Tel: 2097-4096
470 vagas

Unidade SÃO BERNARDO DO CAMPO
Tel: 4335-1719
345 vagas

***17 de AGOSTO***

Unidade GUARULHOS
Tel: 2229-1640
500 vagas

***24 de AGOSTO***

Unidade SANTO ANDRÉ
Tel: 4438-1111
200 vagas

Unidade DIADEMA
Tel: 4056-7705
230 vagas

Para participar você vai precisar comprar a apostila que custa R$ 12,00 e tem mais de 150 exercícios, além de dicas... é um material muito bom. A apostila é comprada no dia do curso.

Espero ter contribuído para que muitas pessoas estejam mais preparadas para o Enem.

Boa sorte!

Você vai participar do ENEM 2008? SIMULADO para você se preparar!


Se você vai participar do ENEM esse ano segue a dica de um simulado e um curso gratuitos para você se preparar melhor para a prova.

Simulado Aberto ENEM 2008

Inscrições no site do Instituto Henfil:

O simulado acontece no dia 16, simultaneamente em todas as unidades e você escolhe a unidade em que quer fazer a prova.

Há uma taxa de inscrição simbólica (R$ 3,00) que você paga através de depósito. As instruções são enviadas por e-mail.

Eu fiz esse simulado no ano passado, foi muito bom pra mim, me familiarizei com a prova do Enem e hoje faço faculdade como bolsista integral do Prouni. Eu não estudava há 7 anos e consegui minha bolsa de estudos na primeira vez em que participei do Enem.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Essa é a primeira postagem do meu blog... há tempos eu pensava em fazer um... pensando em compartilhar aquilo que acredito, que vivo e o que eu achar que vale a pena passar adiante...
A idéia do nome Giro Social foi do meu amigo Ricardo... e eu gostei porque é isso que vou fazer aqui: um giro, uma volta por lugares que gosto, eventos que eu achar interessantes, livros e músicas que me façam refletir, oportunidades de cursos e entretenimento acessíveis mesmo à quem não tenha $$$ pra gastar.
Fica combinado assim... o que for legal eu vou postar nesse espaço. Para tanto, vou contar com a ajuda dos amigos, conhecidos e dos futuros leitores que eu espero que me dêem dicas, que compartilhem também o que for interessante e assim torne esse espaço uma referência.
Em breve vou postar comentários, pequenas resenhas de livros que li e gostei.
Estou só começando... aceito sugestões, críticas... deixe seu comentário.